<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>Api on Cesar Gimenes</title><link>https://crg.eti.br/pt-br/tags/api/</link><description>Recent content in Api on Cesar Gimenes</description><generator>Hugo -- gohugo.io</generator><language>pt-br</language><managingEditor>crg@crg.eti.br (Cesar Gimenes)</managingEditor><webMaster>crg@crg.eti.br (Cesar Gimenes)</webMaster><lastBuildDate>Sat, 19 Sep 2026 15:27:44 -0300</lastBuildDate><atom:link href="https://crg.eti.br/pt-br/tags/api/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>A importância de sua API suportar um ID de rastreamento</title><link>https://crg.eti.br/pt-br/pub/tracking_id/</link><pubDate>Sat, 19 Sep 2026 15:27:44 -0300</pubDate><author>crg@crg.eti.br (Cesar Gimenes)</author><guid>https://crg.eti.br/pt-br/pub/tracking_id/</guid><description>&lt;p>Esse não é o TraceID (ou trace_id) usado no tracing distribuído. O TraceID identifica um trace e é propagado entre os serviços; ele pode, inclusive, chegar à sua API vindo do cliente. E tracing também funciona com filas, como mostram as &lt;a href="https://opentelemetry.io/docs/specs/semconv/messaging/messaging-spans/">convenções do OpenTelemetry para mensageria&lt;/a>.&lt;/p>
&lt;p>Mas, se sua API é assíncrona, processando eventos em filas, você precisa de um ID de rastreamento da operação para correlacionar eventos que pertencem ao mesmo job, mesmo quando passam por traces diferentes. Nesse contrato, em vez de ser gerado na entrada da API, o ID de rastreamento é obrigatoriamente gerado e enviado pelo cliente, seguindo as regras de geração de ID que você definir. O cliente precisa salvar esse ID antes do primeiro envio e reutilizá-lo nas novas tentativas da mesma operação.&lt;/p></description></item></channel></rss>